Hummm! Aí tá uma coisa que vai deixar muita gente de cabelo em pé, se não for careca.
Os que freqüentaram os colégios internos, meninos e meninas, hoje homens e mulheres por aí a fora, sabem muito bem o que estou querendo dizer.
Mas vamos aos finalmentes.

A convivência entre os alunos, seguramente, teria sido muita mais pacífica se os clérigos e padres fossem casados.

O desejo reprimido e obrigado, por força de uma invencionice religiosa, obrigando tais prestadores de serviços divinos ao celibato, (isto é, nada de casar, transar ou qualquer outro tipo de molecagem), leva-os as mais interessantes fantasias.

Então surge uma oportunidade excelente em colocar na prática os sonhos malucos que vagueiam pelas cabeças dos tais servidores religiosos.

Mas como transvazar tais fantasias?

Como?

Ah! O confessionário. Quer lugar melhor?

Então eles, os religiosos, obrigam os alunos e alunas a confessarem seus “pecados”. “maus pensamentos com palavras e obras” – entenderam – a se dirigirem para uma casinha estranha e lá, com ouvidos gigantescos e altamente sensíveis, ouvem as coisinhas que os meininos e meninas pensaram fizeram ou andaram fazendo.

Aí a coisa fica fácil.

Alguns, não todos, pedem para mostrar em detalhes, fisicamente, como foi feita a obra pecaminosa. Dizem que assim precisa ser feito para que o “confessor” possa pedir ao seu Deus o perdão completo do “confessando”.

É aí aí que a coisa pega.

Alguns “pecados” que foram feitos por pura necessidade fisiológica de um adolescente ou da menina púbere, assustada com sua primea menstruação, são explorados com maestria e sagacidade.

O momento da explicação fomenta ainda mais o desejo reprimido do “fantasioso confessor”.

A maioria, por medo da perseguição ou por medo de não serem perdoados, “temendo serem queimados na eterna fogueira dos infernos” se deixam usar e acabam se tornando viciadinhos nas safadezas sexuais.

A esperteza dos manipuladores vai a tal ponto que sabem, com precisão, quais os(as) mais fáceis de serem aliciados aos seus caprichos através de uma observação diuturna e meticulosa.

Como bem escreveram Rosemary Curb e Nancy Manahan “As Freiras Lésbicas – Rompendo o Silêncio” (editora Best Seller-1987) isso nos leva a imaginar porque foram criados os Conventos e Ordens Religiosas Femininas.

Entretanto, as opções sexuais de cada um não podem ser confundidas com esses acontecimentos. Tal opção pode conviver lado a lado, mantendo seu caráter espiritual e de fé.

O que se condena é a prática descabida e inconseqüente de alguns adminsitradores e auxiliares dos colégios internos, hoje bem poucos.

Todavia o poder continua e a Igreja continua escondendo seus malditos pedófilos como bem ficou clara a atitude do atual papa Bento que andou escondendo a pedofilia.

Mihões de dolares são pagos às famílias vítimas desses infelizes e desgraçados donos da fé, nos Estados Unidos. Pra isso eles tem dinheiro né? Mas pra reformar Igrejas e outras “cositas más” não tem, certo?
Quero que esse tipo de religiosidade vá pra pqp.