As drogas e o comércio clandestino…

Quando se fala em drogas é preciso distinguir de que drogas estão falando. Afinal todos os medicamentos são compostos por drogas e no dicionário temos que:

Droga, s.f. nome genérico de todos os ingredientes que têm aplicação em várias indústrias, bem como em farmácia; fig. bagatela; coisa de pouca importância. (dic. Brasileiro da Língua Portuguesa, Lei 5.765 de 18 de dezembro de 1971)

Todavia, a droga do título é a ilegal. A que gera mais dinheiro que todo o comércio de petróleo do mundo. A droga que falamos é a maconha, cocaína, heroína, crack e outras.

Como é de conhecimento geral, alguns países decidiram liberar o uso das drogas com o intuito de administrar o movimento delas e, por sua vez, arrecadar impostos.
O que não sabemos, pelos menos eu não sei, é se a autorização para o uso legal dessas drogas trouxe benefícios na área social e para os cofres públicos.
Se os resultados foram positivos ou não, não vem ao caso. Podíamos copiar o exemplo e resolver essa questão definitivamente.

Porém, com uma determinante: A administração seria a mesma utilizada para outras drogas como o cigarro, o álcool e os medicamentos exclusivos ou especiais. Como os de tarja preto. Com certeza não haverá nenhuma dificuldade nessa implantação, pois já temos o padrão.

Apenas para lembrar, o cigarro, quando surgiu na Inglaterra era totalmente proibido. A perseguição era tamanha que, invariavelmente, dava prisão e até pena de morte.
Mas a inteligência dos estadistas foi mais perspicaz e observando o grande movimento financeiro envolvido, decidiram tirar proveito organizando a compra e venda através da legalização, impondo impostos e gerando emprego.

Que tal legalizar as drogas por aqui e estendê-la para o jogo do bicho hem?

Porque será que não querem? Hummmm! Tem coisa ai mano!

Com a legalização, por óbvio, a arrecadação de impostos subiria drasticamente e os “estadistas” baixariam de forma surpreendente os impostos sobre o arroz, feijão, batatinha, machucho, quirera, rasputin, bolonhas, tangorilas e outras queijadinhas.
O povo viveria melhor, as drogas seriam administradas oficialmente, a corrupção seria muito menor e um bando de marginalizados teria seus negócios prosperando tranquilamente.

O crime cairia e as empresas constituídas pelos, agora decentes traficantes e contrabandistas, seriam obrigadas a criar, em suas dependências, assistência aos menores carentes através dos vários programas já existentes, registro em carteira e muito, muito mais, certo?

Viu broda! Só falta vontade política.

Seríamos, como no programa do álcool, exemplos para o mundo.

Diria mais. Por que não instalar cassinos no nordeste hem? Por quê? Quanto dinheiro, emprego e riqueza seriam gerados?
Só a Caixa Econômica Federal tem esse direito?

Tem coisa errada por aí, “bicho”.